As fotos e curtos vídeos estão nas redes sociais. Mostram bares no Leblon, badalado bairro no Rio de Janeiro, lotados, após o fim da quarentena naquela capital. Se um ET olhasse a cena, certamente concluiria que o Estado do Rio, e a cidade em particular, apresenta se não uma vitória total no controle da disseminação do contágio pelo corona vírus, ao menos fortíssima tendência de rumar em direção a zero casos novos. A realidade, porém, é exatamente o oposto.
O Rio de Janeiro, isoladamente, carrega uma das maiores letalidades regionais do planeta por covid-19. E esses números macabros estão em ascensão. A reabertura de bares por lá é uma comprovação inequívoca que os dirigentes brasileiros devem levar em conta: não basta reabrir e pedir, como se fosse um favor, que as pessoas não se aglomerem - ainda mais sem máscaras (como frequentar um bar e consumir refrigerantes, cervejas e tira-gostos com o rosto tampado?).
Que as lideranças municipais de todo o país tenham o Rio de Janeiro como exemplo, e não sigam na direção dada pelo prefeito de lá, o pastor/bispo Marcelo Crivella. A covid-19 pode ser mortal, e não há remédios diretamente efetivos contra ela.
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