Como prefeito de Piracanjuba, o hoje deputado estadual Amauri Ribeiro ficou famoso por sempre desfilar um chapelão "boiadeiro de camionete" - embora seja produtor rural - e por agressividade desmedida, além de defensor das boas práticas da moralidade administrativa.
Com esse perfil, chegou à Assembleia Legislativa, em 2018, sem grandes problemas. E tão logo eleito ensaiou uma pregação aos moldes de pastores radicais e absolutistas. Bradou contra verbas de gabinete, excesso de funcionários e chegou até a acusar, sem apresentar prova alguma, que algumas funcionárias da Assembleia eram "garotas de programa".
Um ano e meio depois, o que há? Nada que jamais se tenha visto dentro das piores práticas da administração política brasileira. Por influência direta do deputado, o Estado mantém em suas folhas de pagamento um irmão e a própria esposa dele.
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